terça-feira, 17 de agosto de 2010

Valorize quem se tem;

Apesar da postagem anterior, a princípio, a ideia é postar histórinhas aleatórias de minha autoria, então hoje postarei a primeira, como fiz meio rapidinho, mal revisei e não consegui bolar um título legal, vai esse título filosófico para o post, e a oneshot (não é fanfic, mas é só um capítulo xD) fica sem título q

Enfim...

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Era o fim de uma manhã fria de segunda-feira, Malu assistia à aula de Matemática, ou melhor, rabiscava em seu caderno enquanto a professora falava, as horas pareciam não passar. Sem perceber Malu deixou que seus pensamentos chegassem nele, Diego, seu ex-namorado que agora dera pra ficar atrás dela e pedindo parar reatarem, vieram todas elas, as lembranças do beijo flagrado, das noites mal dormidas, das lágrimas derramadas no travesseiro e então os pedidos de desculpas, até que seus pensamentos foram dispersos com o toque do sinal, Malu arrumou seu material, saiu da classe e partiu em direção a saída.

- MALU!

Era a voz dele, mas Malu não se deteve, continuou andando como se não tivesse ouvido nada, até que uma mão a segurou pelo braço.

- Malu, espera. Precisamos conversar, por favor – ele soltou-a, sua voz era de súplica.

- Eu não tenho nada a tratar com você, mas fale se quiser, estou ouvindo – respondeu secamente, sem se virar.

- Seria melhor se fos...

Ela se virou e o encarou séria e indiferente.

- Fale aqui se quiser.

- Ok, sei que já lhe pedi desculpas várias vezes, mas acho que nunca fui tão sincero em toda a minha vida- ele a olhava nos olhos - eu percebi que não vale a pena pagar de machão se isso me faz perder a mulher que amo, eu só quero o seu perdão, qero reconquistar o seu amor, eu mudei, me dê uma chance de te mostrar, por favor.

- Acabou? Estou atrasada – seus olhos pareciam vazios, sem expressão.

Ela deu meia volta e aos poucos foi sumindo de vista, deixando o garoto parado apenas a observando. Malu sempre fora tão simpática, meiga e carinhosa, agora estava indiferente, seca e rude, não apenas com ele, embora com ele fosse pior, mas com todos, e a culpa era dele.

Enquanto estava parado sem saber qual seria seu próximo passo Diego ouviu uma forte freada de carro, seguida de um barulho e uma arrancada, sem pensar duas vezes foi verificar, acontecera a última coisa que ele poderia imaginar ou desejar, ao deixá-lo para trás, Malu parecia calma, mas o que ele não percebeu foi que aos poucos seus passos foram se acelerando e quando ela sumiu de sua vista já estava correndo com os olhos encharcados, um carro em alta velocidade tentara frear em vão, ele a atingiu e em seguida fugiu, talvez soubesse que havia sido grave, ou apenas ficou com medo. Diego ficou completamente imóvel e seus olhos se encheram de lágrimas, tudo que ele pôde ouvir foi alguém dizer, “Ela não está respirando”, tudo a sua volta desapareceu, Maria Luiza estava morta, e a culpa era dele.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Again and again.

Aqui estou eu, novamente, tentando ser criativa o suficiente para manter este blog, pelo menos por um certo tempo, deixarei apenas a postagem especial de aniversário da B., e agora tentarei postar com uma certeza frequência, não me importo se ninguém tiver ânimo de ler o que eu vier a escrever, embora ficaria muito feliz se recebesse comentários *-*
Enfim, não especificarei que tipos de textos postarei, eu mudo de idéia como troco de roupa, por isso esteja ciente que poderá encontrar de tudo, ou de nada, por aqui.

E é isso aí, tentamos de novo, oh yeah \o

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Dezesseis primaveras.

Era quinze de janeiro de mil novecentos e noventa e quatro, quando entre muitas crianças, nascia uma linda menininha de pele branca, cabelos castanhos e olhos verdes. O tempo passou até que a garotinha dos olhos verdes estava com nove anos e cursava a terceira série do ensino fundamental, era o ano de dois mil e três, e no transporte escolar que a garotinha dos olhos verdes utilizava para ir ao colégio, entrou uma outra garota de cabelos e olhos castanhos que embora não parecesse também possuía nove anos. As duas garotas estudavam no mesmo colégio e série, mas em classes diferentes, se viam apenas durante a viagem até o colégio, acredito que por serem as únicas que cursavam a terceira série e utilizavam aquele transporte escolar, elas se aproximaram, começaram a conversar e fazer joguinhos para passar o tempo que se gastava até a chegada no colégio e a volta para seus lares. O tempo passou, as garotinhas foram crescendo, junto com a amizade entre elas, passaram a frequentar uma a casa da outra e se verem mais, compartilhavam não somente a vida real, mas também uma vida virtual. Assim chegou o fim de dois mil e oito e elas estavam terminando a oitava série, ambas trocariam de colégio, mas por serem inteligentes conseguiram ser aprovadas no vestibulinho que prestaram, e lá estavam elas, no mesmo colégio novamente, porém novamente em classes diferentes, fizeram novas amizades e acabaram se afastando um pouco, mas isso não fez com que a amizade da garotinha de olhos verde e a pequena de olhos castanhos terminasse. Hoje em quinze de janeiro de dois mil e dez, a garotinha de olhos verdes é uma linda jovem e completa dezesseis anos, enquanto a pequena de olhos castanhos é esta que lhe escreve para prestar uma pequena homenagem e lhe desejar toda a felicidade que merece.

Parabéns BSP, para sempre amigas ♥